Pe. Zagore: na África, uma pastoral baseada na herança de seus Santos.

“O modelo de virtude, exemplaridade, integridade e fé que eles oferecem permanece um legado fundamental para forjar a consciência e a ação dos nossos cristãos africanos em todos os âmbitos da vida, especialmente naqueles contextos sociopolíticos fortemente marcados pela violência, ódio, divisão e corrupção”, diz o teólogo da Sociedade para as Missões Africanas, Pe. Zagore.

Na África hoje “é necessário que os Santos africanos ocupem um lugar fundamental nos programas de evangelização em geral, e em particular da catequese, de modo que sejam mais conhecidos pelos próprios africanos, para inspirar continuamente suas ações”.

Foi o que escreveu à agência missionária Fides o teólogo marfinense Pe. Donald Zagore, sacerdote da Sociedade para as Missões Africanas, recordando a experiência dos Santos Mártires de Uganda, de Santa Josefina Bakita do Sudão, da Beata Marie Clementine Anuarit do ex-Zaire (atual República Democrática do Congo, ndr), e do Beato Ghebre-Micheal da Etiópia.

Expressão tangível da vitalidade espiritual do continente


“Á África está realmente presente no Paraíso. Esses Santos africanos são a expressão tangível da vitalidade espiritual do continente africano, mas permanecem muitas vezes desconhecidos e, por conseguinte, ficam alheios à vida concreta da população”, ressalta.

Um papel importante na renovação do continente

“Nossos Santos devem ter um impacto concreto na vida do nosso povo. Os Santos podem e devem desempenhar um papel importante na renovação do continente africano”, afirma o teólogo missionário marfinense.

Legado fundamental

“O modelo de virtude, exemplaridade, integridade e fé que eles oferecem permanece um legado fundamental para forjar a consciência e a ação dos nossos cristãos africanos em todos os âmbitos da vida, especialmente naqueles contextos sociopolíticos fortemente marcados pela violência, ódio, divisão e corrupção”, conclui Pe. Zagore.


 
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