Dom Paglia (Academia Vida) na Argentina: favorecer escuta efetiva e livre debate.

O presidente da Pontifícia Academia para a Vida, dom Paglia, na Argentina de 5 a 9 de novembro, afirma que “é preciso de lugares para um diálogo que vá além das paixões imediatas, que supere as primeiras reações e os aspectos emotivos, e permitam buscar as razões profundas das escolhas a ser feitas em favor do bem mais universal, que diz respeito a todos nós. Sem dúvida, esta é uma das tarefas a que a Academia se propõe: favorecer a escuta efetiva e o livre debate”

Tem início esta terça-feira (05/11) a visita do presidente da Pontifícia Academia para a Vida, dom Vincenzo Paglia, à Argentina. A agenda repleta de compromissos culminará com seu pronunciamento no Congresso Internacional de Bioética.

Na quarta-feira o presidente do referido dicastério vaticano encontrará o grupo dirigente do Instituto para o Matrimônio e a Família de Buenos Aires e fará uma conferência sobre os desafios para a família segundo a perspectiva da Amoris Laetitia (Exortação apostólica do Papa Francisco sobre o amor na família, ndr).

Congresso Internacional de Bioética

Na parte da tarde, participará dos trabalhos do Congresso Internacional de Bioética. À noite, será assinado o documento “Bioética e Religiões Monoteístas”, à distância de uma semana da assinatura do Position Paper elaborado pela Pontifícia Academia para a Vida sobre o tema da eutanásia.
Na quinta-feira, dom Paglia irá a Pilar, nas proximidades da capital, para encontrar a Conferência Episcopal Argentina ali reunida para os trabalhos da assembleia anual. Na tarde encerrará o Congresso com uma conferência sobre o tema dos cuidados em fim de vida, no qual exporá a posição da Pontifícia Academia.


Razões profundas das escolhas pelo bem mais universal

Vou com muita satisfação à Argentina para estes encontros importantes e significativos”, explicou dom Paglia ao Vatican News, “porque sobre os temas da Bioética, das questões relacionadas aos cuidados médicos em fim de vida, dos tratamentos paliativos, do compromisso com a humanização da medicina e da sociedade, são necessários espaços de diálogo que favoreçam um clima de comunicação autêntica que enfrentem com coragem as difíceis interrogações que nosso tempo nos apresenta”.

O presidente da Pontifícia Academia para a Vida acrescentou que “é preciso de lugares para um diálogo que vá além das paixões imediatas, que supere as primeiras reações e os aspectos emotivos, e permitam buscar as razões profundas das escolhas a ser feitas em favor do bem mais universal, que diz respeito a todos nós. Sem dúvida, esta é uma das tarefas a que a Academia se propõe: favorecer a escuta efetiva e o livre debate”.


 
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